Eu sou um parágrafo. Não sou nada de mais, apenas linhas. Várias e várias delas. Escritas uma abaixo da outra. Formadas por frases sem nenhum sentido aparente. Apenas frases. Compostas por palavras. Em português, é claro. Sou um parágrafo até que bonitinho comparado a outros parágrafos por aí, se é que você me entende. Mas mesmo assim não sou nada demais. Ser um parágrafo não é nada demais. Você me entenderia se fosse um.